Páginas

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Sozinho

Carente, desabrigado.
Inocente inconformado.
Indecente mentiroso,
Doce ladrão com disfarce de criado.

Sozinho novamente,
Que grande tolo inconsequente,
Pensar no brilho do dia,
Que nunca jamais pensaria, notaria,
Jamais iria querer dizer
Mas com certeza outra vez ele amaria.

Grande tolo inconsequente.
Na noite do maior desprezo independente
Se vê inútil, frio, morno e quente.
E continua sem ninguém,
Mais uma noite,
Sozinho novamente.

Com ninguém, como merecia,
Pois uma vez pensara
Que nunca jamais pensaria, notaria,
Jamais iria querer dizer
Mas com certeza outra vez
Lembrar-te-ia...
Com certeza uma outra vez ele amaria.

Veja também