Lá vem os pássaros
em seu levantar
caçando pra tentar
sobreviver de poucos.
Carniça no chão,
não são urubus pra pegar.
É a frota do Japão
vindo de kamikaze aniquilar.
O sol que nasce vermelho
é de sangue a jorrar.
Na Segunda Guerra
com honra pra se inflar.
Tiros aqui e lá,
não existe tal coisa
como bomba atômica,
pra nos parar.
Tora
Tora
Tora,
atirar.
Orgulho, honra e morte.
Tora, atola a espada no peito
porque o mestre morreu.
Arranca uma tora do joelho.
Tora
Tora
Tora,
suicidar.
Código de honra que guia.
Tora tá feito e assim vai continuar.
Somos bom em esquecer,
mas também em lembrar.
Tora
Tora
Tora,
bombardear.
Não tem ninja mais rápido
que um fuzil pra te estuprar.
TORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORATORA.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
domingo, 30 de julho de 2017
Perdona mi español
He estado perdido
Hasta que el latido de tu corazón
Se acercó de mis oídos
Tu me has robado como un ladrón
Pero me acostumbré de tu cautiviero
Tus labios tuvieron la capacidad
De alimentarme como a una ciudad
Tu eras completo como un sueño
Que calenta aunque es el invierno
Detrás las persianas
Tu vas a ser para siempre mi cielo
Aunque vengamos a ser el infierno
Luchamos pero tenemos fuerza y decimos
"Te quiero".
Hasta que el latido de tu corazón
Se acercó de mis oídos
Tu me has robado como un ladrón
Pero me acostumbré de tu cautiviero
Tus labios tuvieron la capacidad
De alimentarme como a una ciudad
Tu eras completo como un sueño
Que calenta aunque es el invierno
Detrás las persianas
Tu vas a ser para siempre mi cielo
Aunque vengamos a ser el infierno
Luchamos pero tenemos fuerza y decimos
"Te quiero".
Acontece Que Nos Amamos
Só você pra me fazer
Assim de uma forma tão sutil
Ter um querer forte de viver
Vamos fugir daqui num navio
Vamos dar um pulo na Europa
Eu sei que é nulo quando procuro
Nessa sua belaza na cara
Qualquer indício do escuro
Mas o seu brilho esconde dor
E eu sei segurar como se fosse flor
E te fazer esquecer
Vamos fugir daqui num navio
Eu sei que não sou eu pra quem
Você vai dizer depois de tudo
"Amor, eu te seguro"
Mas é você quem me mantém
Eu vou brigar com todo o mundo
Poque você vem comigo
Eu sou seu melhor amigo
Você é meu porto seguro, hm
Se aproxima de mim pra dizer
Que me quer mais que tudo feliz
E eu me aproximo de você
Só pra você saber, faço tudo por ti
Acontece que nos amamos
Não importa quão longe formos
É amor que liga a todos, não é?
Um ajuda o outro a ficar de pé
Tá bom assim...
Tá bom, sim
Assim de uma forma tão sutil
Ter um querer forte de viver
Vamos fugir daqui num navio
Vamos dar um pulo na Europa
Eu sei que é nulo quando procuro
Nessa sua belaza na cara
Qualquer indício do escuro
Mas o seu brilho esconde dor
E eu sei segurar como se fosse flor
E te fazer esquecer
Vamos fugir daqui num navio
Eu sei que não sou eu pra quem
Você vai dizer depois de tudo
"Amor, eu te seguro"
Mas é você quem me mantém
Eu vou brigar com todo o mundo
Poque você vem comigo
Eu sou seu melhor amigo
Você é meu porto seguro, hm
Se aproxima de mim pra dizer
Que me quer mais que tudo feliz
E eu me aproximo de você
Só pra você saber, faço tudo por ti
Acontece que nos amamos
Não importa quão longe formos
É amor que liga a todos, não é?
Um ajuda o outro a ficar de pé
Tá bom assim...
Tá bom, sim
sábado, 29 de julho de 2017
La La La La
Este poema é parte do acervo do antigo blog Mainstream Futilities, de 2016. Você pode conferir outros poemas recuperados de lá clicando aqui.
Eles vão se matar antes do anoitecer
Com as veias pulsantes do ódio
Uma cheirada de pó pra poder se engrandecer
Encontraram prazer no ócio
O que nos espera lá fora, mãe?
Pra onde eu vou quando você não estiver mais aqui?
Por favor, não me deixe.
Pra onde nós vamos depois do fim?
Só podemos responder essa pergunta assim
O psicopata com a arma na sua cara
Com toda a droga correndo nas veias
E a certeza da morte que não se cala.
Eles vão se afundar antes do amanhecer
Na cocaína, na heroína ou coisa qualquer
Num spray aerosol pra se enaltecer
E não há nada que eu possa fazer.
Mamãe, onde é que ele vai?
Ele volta ainda antes do escurecer?
Eles, em algum lugar ainda antes do anoitecer.
Mamãe, não vá atrás do papai.
Eles vão se matar antes do anoitecer
Com as veias pulsantes do ódio
Uma cheirada de pó pra poder se engrandecer
Encontraram prazer no ócio
O que nos espera lá fora, mãe?
Pra onde eu vou quando você não estiver mais aqui?
Por favor, não me deixe.
Pra onde nós vamos depois do fim?
Só podemos responder essa pergunta assim
O psicopata com a arma na sua cara
Com toda a droga correndo nas veias
E a certeza da morte que não se cala.
Eles vão se afundar antes do amanhecer
Na cocaína, na heroína ou coisa qualquer
Num spray aerosol pra se enaltecer
E não há nada que eu possa fazer.
Mamãe, onde é que ele vai?
Ele volta ainda antes do escurecer?
Eles, em algum lugar ainda antes do anoitecer.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Até Onde Você Vai?
Até quando vai ficar
atolado nas suas mentiras
só pra conquistar
meios sorrisos, acenos perdidos,
faíscas
que não fazem fogueiras?
Até quando você vai...?
Meu Pai!, para de pintar a cara.
Tira essa máscara e vai...
E cai, tem muito buraco pra cair...
Não sai, não sai de perto de mim,
é só assim que você chega lá.
Do mais, você pode ir até o fim
porque eu sempre vou estar lá também....
Até quando você vai...?
Até onde você vai?
Todos estão aí, rondando,
procurando alguma paz
ou atazanando, corrompendo,
corroendo as pontas da corda que seguram sua sanidade enforcada na ponta da árvore do cais.
Até onde você vai?
Enquanto você for eu vou.
atolado nas suas mentiras
só pra conquistar
meios sorrisos, acenos perdidos,
faíscas
que não fazem fogueiras?
Até quando você vai...?
Meu Pai!, para de pintar a cara.
Tira essa máscara e vai...
E cai, tem muito buraco pra cair...
Não sai, não sai de perto de mim,
é só assim que você chega lá.
Do mais, você pode ir até o fim
porque eu sempre vou estar lá também....
Até quando você vai...?
Até onde você vai?
Todos estão aí, rondando,
procurando alguma paz
ou atazanando, corrompendo,
corroendo as pontas da corda que seguram sua sanidade enforcada na ponta da árvore do cais.
Até onde você vai?
Enquanto você for eu vou.
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