No quarto de madeira,
o pensamento reflexivo
direto na lavoura.
Em pensamentos fundos
de muitos anos esquecidos
de tentativas de fuga.
Como pode o homem perdido
ter a capacidade de lançar
desesperados ao caminho reto?
Como pode o homem encontrado
retirar o que o pôs em certo
direto para as vias infernais?
Pois assim se aprende
que nada de ruim é eterno.
Assim se pode ver
que fé pouca leva ao desespero,
e desespero leva à fé forte.
E fé fraca leva a desespero.
O ciclo da vida é belo,
pois é fruto da vida.
E vida é bela porque é um milagre
ou uma probabilidade que resiste...
por menor que seja... resiste...
Por mais desesperador...
Resiste.
Resiste.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
Quem sou eu?
Me dói sua ignorância,
Sua nostalgia interminável,
Pois o ignorante está em perdição
Se não é cercado de inteligentes.
Que vida digna terá
Se não lhe mandarem tomar banho,
Se não lhe avisarem de amor
Ou que tais coisas tem outro significado?
Quem sou eu para julgar ou insistir
Para que saia da burrice.
Se não o quiser, se não me escutar,
Que aprenda na velhice.
Quem sou eu para tentar em vão
Se cada empreendimento de minha força
Tem força de forma amor n'outro coração?
Quem sou eu para namorar
E estar sempre sozinho
Se há quem me preencha,
E me seja bonzinho?
Quem sou eu para deixar o tempo escorrer
Se em tanta boa-aventurança me posso estar
Não me posso deixar em ociosidade,
Tampouco me posso entristecer,
Se em tal mundo posso ser Peter Pan
Sem nunca parar de crescer?
Sua nostalgia interminável,
Pois o ignorante está em perdição
Se não é cercado de inteligentes.
Que vida digna terá
Se não lhe mandarem tomar banho,
Se não lhe avisarem de amor
Ou que tais coisas tem outro significado?
Quem sou eu para julgar ou insistir
Para que saia da burrice.
Se não o quiser, se não me escutar,
Que aprenda na velhice.
Quem sou eu para tentar em vão
Se cada empreendimento de minha força
Tem força de forma amor n'outro coração?
Quem sou eu para namorar
E estar sempre sozinho
Se há quem me preencha,
E me seja bonzinho?
Quem sou eu para deixar o tempo escorrer
Se em tanta boa-aventurança me posso estar
Não me posso deixar em ociosidade,
Tampouco me posso entristecer,
Se em tal mundo posso ser Peter Pan
Sem nunca parar de crescer?
Não devo explicações
Na noite de desabafar para as paredes
O porque eu estava triste.
Na noite de desabar entre as cobertas
Porque eu estava ficando doente.
Na noite de desencadear as correntes
De dessabor por estar carente.
Na noite de destroçar a serpente,
A esforço puro da mente.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não choro.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não volto.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não morro.
Eu não devo explicações,
De porquê eu sei, do porquê eu faço,
De porquê tenho em mente
Tanta certeza de que tudo está certo.
Eu não preciso saber teu sofrimento
Pra saber que ele acaba.
Eu não preciso saber tua nostalgia
Pra saber que ela é não é cabida.
Eu não preciso saber tua reclamação
Pra saber que é perda de tempo.
Eu não preciso secar teu choro
Pra saber que ele é de coração.
Eu não preciso te acariciar
Pra saber que tudo nesse mundo
Sendo a tormenta de tão dentro ou tão de fora,
Está predestinada a passar.
Eu não devo explicações nem a Deus
De que eu sei que ele sabe de tudo
E que nem sequer uma folha cai da árvore
Sem ter contribuição ao mundo.
O porque eu estava triste.
Na noite de desabar entre as cobertas
Porque eu estava ficando doente.
Na noite de desencadear as correntes
De dessabor por estar carente.
Na noite de destroçar a serpente,
A esforço puro da mente.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não choro.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não volto.
Eu não devo explicações nem a Deus
Do porquê eu não morro.
Eu não devo explicações,
De porquê eu sei, do porquê eu faço,
De porquê tenho em mente
Tanta certeza de que tudo está certo.
Eu não preciso saber teu sofrimento
Pra saber que ele acaba.
Eu não preciso saber tua nostalgia
Pra saber que ela é não é cabida.
Eu não preciso saber tua reclamação
Pra saber que é perda de tempo.
Eu não preciso secar teu choro
Pra saber que ele é de coração.
Eu não preciso te acariciar
Pra saber que tudo nesse mundo
Sendo a tormenta de tão dentro ou tão de fora,
Está predestinada a passar.
Eu não devo explicações nem a Deus
De que eu sei que ele sabe de tudo
E que nem sequer uma folha cai da árvore
Sem ter contribuição ao mundo.
Amori
O amor nos faz funcionar,
por ele fomos criados
e por ele não nos podemos destruir.
Assim é pecado do enraizado
de todos nós originais da Horta da Mãe,
travar sua luta contra tal aprendizado.
Nossa condição é frágil,
por isso a primeira Lei
é termos humildade de nos assumirmos falhos.
Nossa origem é rica,
por isso dit'outra Lei
sermos fiéis ao mesmo coração que peca.
Nosso objetivo é feliz,
por isso a terceira Lei
diz-nos sejam esperançosos.
Nosso ardor é fugaz,
por tanto a quarta Lei:
não reclamei jamais.
Nossos sonhos são preciosos,
nisso se baseia a quinta Lei:
não destrua a do outro, sejam bondosos.
Nossos olhos pouco enxergam,
então usemos os ouvidos muito
para não falar mentiras do longe.
Nossos ouvidos são também limitados,
e graças a isso não nos condoamos
com qualquer maldição de outros brados.
Nossas bocas se sujam quando abertas,
então mantemo-nos bem calados.
Nos abriremos para o conhecimento oculto,
mas não a esmo espalhemos o fato.
Temos cabeça dura
e nisso uma mágoa qualquer perdura.
Mas temos cabeça mole
então não levemos por muito.
Ofensa, agressão e ódio
não penetram coração algum
de homem que só existe
para provar que o perdão resiste.
E pela desobediência de tudo isso
existe mais nova Lei
tal que repete 'evite',
evite, amado, morrer de antecipado.
por ele fomos criados
e por ele não nos podemos destruir.
Assim é pecado do enraizado
de todos nós originais da Horta da Mãe,
travar sua luta contra tal aprendizado.
Nossa condição é frágil,
por isso a primeira Lei
é termos humildade de nos assumirmos falhos.
Nossa origem é rica,
por isso dit'outra Lei
sermos fiéis ao mesmo coração que peca.
Nosso objetivo é feliz,
por isso a terceira Lei
diz-nos sejam esperançosos.
Nosso ardor é fugaz,
por tanto a quarta Lei:
não reclamei jamais.
Nossos sonhos são preciosos,
nisso se baseia a quinta Lei:
não destrua a do outro, sejam bondosos.
Nossos olhos pouco enxergam,
então usemos os ouvidos muito
para não falar mentiras do longe.
Nossos ouvidos são também limitados,
e graças a isso não nos condoamos
com qualquer maldição de outros brados.
Nossas bocas se sujam quando abertas,
então mantemo-nos bem calados.
Nos abriremos para o conhecimento oculto,
mas não a esmo espalhemos o fato.
Temos cabeça dura
e nisso uma mágoa qualquer perdura.
Mas temos cabeça mole
então não levemos por muito.
Ofensa, agressão e ódio
não penetram coração algum
de homem que só existe
para provar que o perdão resiste.
E pela desobediência de tudo isso
existe mais nova Lei
tal que repete 'evite',
evite, amado, morrer de antecipado.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Tiago, próxima encarnação
Tiago,
Te sentimos falta.
Tu, em tua humildade,
Tiago, que saudade.
Da próxima encarnação,
Tiago te aproximes,
Me enches de teus preceitos
Esteja em volta,
Me escute nessa oração...
Tiago,
Te sinto falta.
Tiago, sem tua riqueza,
Que desolação.
Tiago,
Te sentimos falta.
Tu, em tua coragem...
Tiago, que saudade.
Te sentimos falta.
Tu, em tua humildade,
Tiago, que saudade.
Da próxima encarnação,
Tiago te aproximes,
Me enches de teus preceitos
Esteja em volta,
Me escute nessa oração...
Tiago,
Te sinto falta.
Tiago, sem tua riqueza,
Que desolação.
Tiago,
Te sentimos falta.
Tu, em tua coragem...
Tiago, que saudade.
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