Os ciúmes são incoerentes
Sou taxado de futuro possessivo
Enquanto só o sinto entrementes.
Meus ciúmes existem para causar dor
Nada mais.
O sinto de quem não me pertence
E apenas por quem queria que me sentisse amor.
Em toda minha história não me lembro
De tal momento infame no qual não tive,
Quis, e fiquei por isso mesmo.
Este então se mostra o momento, finalmente,
De deixar a vaidade e seguir em frente.
Por isso deixo entrementes.
Ou morrem os ciúmes incoerentes
Ou se mostrem alguma vez as malditas provas inerentes.
É preto ou é branco
Ou se mostra a mentirosa falácia enfim
Ou tu algo a mim e vice-e-versa nos pertence.
sábado, 1 de agosto de 2015
Meus Textos
Por final,
Tão simples quanto a pergunta é falha
Não sou adulto e sou uma farsa.
Também textos meus se confundem,
Misturam e disfarçam.
Alguns a mim, alguns a outros,
E entre tantos,
Prefiro que fiquem menos claros.
Não são de todos
Não todos
Apenas alguns.
Tão simples quanto a pergunta é falha
Não sou adulto e sou uma farsa.
Também textos meus se confundem,
Misturam e disfarçam.
Alguns a mim, alguns a outros,
E entre tantos,
Prefiro que fiquem menos claros.
Não são de todos
Não todos
Apenas alguns.
Maciço
É um certo tipo de preocupação
Sem ser ocupação
Sem ser opaco
Sem ser simples
É um certo tipo de amor
Sem ser razoável
Sem ser difícil
Sem ser simples
É um certo tipo de mensagem
Sem ser romântico
Sem ser paterno
Um certo tipo de carinho
Sem ser amante
Sem ser patético
Um tipo de necessidade
De ter por perto
De ser eterno
Uma desconfiança
De que não acaba
Nem se apaga
Com o tempo
É um certo querer inconformado
Um amor danado
Em nós confusos, cafonas
Sem ser banalizado
Funciona, opera
É um certo tipo de mensagem
Sem ser romântico
Sem ser paterno
Um certo tipo de carinho
Sem ser amante
Sem ser patético
Sem ser ocupação
Sem ser opaco
Sem ser simples
É um certo tipo de amor
Sem ser razoável
Sem ser difícil
Sem ser simples
É um certo tipo de mensagem
Sem ser romântico
Sem ser paterno
Um certo tipo de carinho
Sem ser amante
Sem ser patético
Um tipo de necessidade
De ter por perto
De ser eterno
Uma desconfiança
De que não acaba
Nem se apaga
Com o tempo
É um certo querer inconformado
Um amor danado
Em nós confusos, cafonas
Sem ser banalizado
Funciona, opera
É um certo tipo de mensagem
Sem ser romântico
Sem ser paterno
Um certo tipo de carinho
Sem ser amante
Sem ser patético
Não é Pop
Já se foi o tempo
Em que tu fazia-te de pop
Adota teu termo
Que seja punk, que seja qualquer rock
Tens uma cara de mpb,
Mas tanto desanima que não serve pra acústico
Não te porias neste dvd.
Atiça mais tua vontade, garoto
E fazes o que deves.
Que deves não sei, mas procura teu vocabulário.
Fazes o que deves,
Que deves não sei e tu não sabes,
Mas este és teu relicário.
Não o encha de desvirtudes,
Cuida teus hábitos.
Em que tu fazia-te de pop
Adota teu termo
Que seja punk, que seja qualquer rock
Tens uma cara de mpb,
Mas tanto desanima que não serve pra acústico
Não te porias neste dvd.
Atiça mais tua vontade, garoto
E fazes o que deves.
Que deves não sei, mas procura teu vocabulário.
Fazes o que deves,
Que deves não sei e tu não sabes,
Mas este és teu relicário.
Não o encha de desvirtudes,
Cuida teus hábitos.
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